quinta-feira, 26 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Acaricio-te o infinito da consciência...
Não me procures, respira-me...
Amas-me?
Quando o beijo é rosa, de carinho iluminada e os
teus lábios sorriem á ternura de uma fada?
E se sou encanto, alma pequena, sol, manhã serena,
para despertar o teu desejo sem pranto?
Quando sou fogueira, aquela que te acende a
tentação, e no corpo, odor a Madureira?
Meu amor, não te iludas, nem sempre sou doçura, vem
a tempestade, serei loucura
Amas-me ainda assim?
Ardo, toques que incendeiam, afogo-me no mar do teu
abraço
Saboreio-te, todos os pedaços, no delírio envoltos,
línguas que anseiam, voam no espaço
Quero-te, em éden e cosmos, a pele com asas de
seda, o ventre no céu ardente, flutuar sem perdão e perdidamente, cantar-te
versos de amor, dançar no teu sorriso, o som do coração
Sou(te), alma e espírito, a pura divindade, o teu
suspiro
São silêncios…
Os lábios que eu te beijo
O amor onde te encontro
A saudade com desejo
Amas-me?
Amo-te
Dá-me a tua mão...voa comigo, sem pensares na razão
Paula Oz
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