domingo, 30 de dezembro de 2012
Apetece-me
Hoje, apetece-me!…
Apetece-me falar de amor.
Talvez, do meu. Talvez, do teu… Ou, talvez falar, simplesmente de amor. Um amor, que só nos acontece, uma vez na vida. Aquele, que vem de mansinho, que se instala, no coração sem aviso.Hoje, apetece-me falar sobre afectos, paixão, sedução, rendição e partilha.Hoje apetece-me uma história de encantar com interrogações e exclamações; sem paragens nem pontos finais.Hoje, apetece-me, escrever que te amo.Dar a conhecer, este amor que me enlouquece, que me enraivece, que me faz tão bem. Dizer, o que a alma grita, o que o corpo suplica.Apetece-me sorrir, em vez de chorar, ouvir dessa boca que adoro, palavras de amor.Olhar-te nos olhos sentir o calor desse brilho que me completa.Hoje preciso falar-te de Amor…
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Às vezes, fico perguntando a mim própria porque é que é tão difícil ser transparente...
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincera, não enganar os outros.
Mas ser transparente é muito mais do que isso...
É ter Coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente, de fazer o que se sente...
Ser transparente é desnudar a Alma.
É deixar cair as mascaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em nos empenhar para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde!
Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco.
Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser...
Preferimos perder-nos numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente entregar-nos e admitir que não sabemos, que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos.
Preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...
E assim, vamos nos afogando, mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos...
Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, o nosso amor mais intenso e não-contaminado...
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro faz-nos perceber que já nao sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar...
Doçura, Compaixão...
A Compreensão de que todos nós sofremos, sentimos-nos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma Saudade desesperada de nós mesmos...
Daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos Coragem de mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer:
Estás a magoar-me... pára, por favor!
Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, e ser tonto, e ser menos do que o outro.
Quando, na verdade, se agíssemos com o Coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...
Sugiro que deixemos explodir toda a nossa Doçura!
Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis... Que consigamos não tentar controlar
tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver... sentir, amar...
(a.desconhecido)
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincera, não enganar os outros.
Mas ser transparente é muito mais do que isso...
É ter Coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente, de fazer o que se sente...
Ser transparente é desnudar a Alma.
É deixar cair as mascaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em nos empenhar para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde!
Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco.
Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser...
Preferimos perder-nos numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente entregar-nos e admitir que não sabemos, que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos.
Preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...
E assim, vamos nos afogando, mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos...
Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, o nosso amor mais intenso e não-contaminado...
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro faz-nos perceber que já nao sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar...
Doçura, Compaixão...
A Compreensão de que todos nós sofremos, sentimos-nos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma Saudade desesperada de nós mesmos...
Daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos Coragem de mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer:
Estás a magoar-me... pára, por favor!
Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, e ser tonto, e ser menos do que o outro.
Quando, na verdade, se agíssemos com o Coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...
Sugiro que deixemos explodir toda a nossa Doçura!
Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis... Que consigamos não tentar controlar
tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver... sentir, amar...
(a.desconhecido)
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